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Após matar um motociclista, zagueiro tem contrato rescindido por clubes brasileiros

Renan fica sem clube em função de vínculo contratual rescindido por justa causa, já que atropelou um rapaz e responde pelo crime

Brasileirão

Após matar um motociclista, zagueiro tem contrato rescindido por clubes brasileiros

Após matar um motociclista, zagueiro tem contrato rescindido por clubes brasileiros

A primeira passagem de Renan no futebol brasileiro durou dois anos. O Palmeiras oficializou, na última terça-feira (02), a rescisão do vínculo contratual com o zagueiro. Revelado nas categorias de base do Verdão, ele estava emprestado ao Red Bull Bragantino.

Além do Porco, o Massa Bruta também ressaltou a finalização do contrato com o jovem defensor. Isso porque, aos 20 anos de idade, ele matou o motociclista Eliezer Pena, de 38. O acidente aconteceu há dez dias, e Renan responde em liberdade por homicídio culposo.

Com 62 jogos feitos no time principal do clube da capital paulista, o zagueiro dirigia sob influência de álcool e sequer possuía habilitação. Dessa maneira, a pena do atleta pode alcançar dez anos.

Em função do acidente, o Palmeiras analisou o comportamento do cria da base como inaceitável, visto que gerou a devastação de uma família. Renan, por outro lado, por meio de sua assessoria de imprensa, argumentou que desaprova o descumprimento nos vínculos com as agremiações.

“O atleta Renan, através de sua assessoria, informa que foi comunicado, na última sexta-feira, da rescisão do contrato pelo Red Bull Bragantino, bem como no sábado pela Sociedade Esportiva Palmeiras. O atleta está concentrado em sua defesa e na tentativa de retomar a sua carreira, e refuta qualquer descumprimento de contrato, tanto em relação ao Red Bull, como em relação ao Palmeiras”, cita a nota do jogador.

O Verdão está disponível aos familiares da vítima para auxiliar em qualquer que seja a assistência, desde o começo da situação. Do mesmo modo, o departamento jurídico do clube procurou as bases para gerar a decisão de finalizar o contrato por justa causa.

Renan estava na agremiação desde os 11 anos. Neste ano, após perder vaga entre os titulares, ele foi cedido por empréstimo ao Massa Bruta. Após audiência de custódia, o defensor deixou a prisão, com o pagamento da fiança de R$ 242 mil.

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