Alan Franco vê Galo na briga por títulos importantes na temporada

Campeão da Copa Sul-Americana no ano passado com o Independiente del Valle, do Equador, o volante Alan Franco chega ao Atlético com experiência de sobra, apesar dos seus 21 anos. Para levantar o caneco inédito da competição, o time do novo jogador do Galo teve que passar por adversários cascudos, como Colón e Independiente, da Argentina, Corinthians, dentre outros. Com dois gols marcados ao longo da campanha vitoriosa (Universidad Católica, do Chile, e Caracas, da Venezuela), Franco sabe das dificuldades que terá pela frente no novo time, mas garante que o Atlético é forte candidato ao título em todas as competições que disputar, principalmente pela qualidade do grupo que o técnico Jorge Sampaoli está montando. Pela seleção equatoriana, ele tem cinco jogos e dois gols. “Temos muito bons jogadores e chegaram muito boas contratações, então, é natural que o clube queira disputar o título de todas as competições que jogue”, ponderou ele. “O Atlético vai lutar por todos os títulos que disputar”, completou otimista o volante equatoriano. Em sua primeira entrevista como jogador alvinegro, Alan Franco fez questão de lembrar o título conquistado em 2019 com o clube que o revelou. “No ano passado, pude conquistar a Copa Sul-Americana com o Independiente Del Valle e fiquei muito feliz por isso. Agora, estou aqui no Atlético e espero conseguir muitos títulos para o clube”, prometeu. Alan Franco foi o último reforço contratado pelo Atlético que começou a treinar na Cidade do Galo. O jogador trabalhou com o grupo pela primeira vez na última segunda-feira (20), ainda não está regularizado e dificilmente estará em campo domingo, às 16h, contra o América, na retomada do Campeonato Mineiro. Alan Franco ainda precisa ganhar um pouco mais de ritmo e entrosamento com os novos companheiros, mas já assegurou que não deverá ter muito problema com isso. “Creio que vai ser um pouco mais fácil a adaptação porque a comissão técnica fala espanhol. Isso vai me ajudar muito para que minha adaptação seja muito rápida”.

 

Fonte: O Tempo