Tombense destaca união do time; Caldense lamenta falta de agressividade

Capitães de Caldense e Tombense, Felipe Sousa e Ibson, respectivamente, analisaram o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Mineiro. A equipe de Tombos venceu a Veterana, neste domingo, no Independência, por 1 a 0, e abriu vantagem na tentativa de chegar à final do Campeonato Mineiro. Vencedor do primeiro duelo, o veterano meio-campista Ibson, do Tombense, destacou a união da equipe e o bom momento no Estadual. O time foi líder da primeira fase, mesmo numa competição com Atlético, Cruzeiro e América. “O segredo é bastante trabalho. A gente vem se dedicando desde o ano passado, desde dezembro, fizemos uma boa pré-temporada, a equipe vem se comportando bem. Infelizmente teve essa pandemia de quatro meses. A gente pôde trabalhar um pouco mais, eu fiz uma operação no joelho e pude me recuperar. O segredo é o grupo, que está muito forte e unido. Na quarta temos outro jogo importante”, disse Ibson, em entrevista ao SporTV, na beira do campo. O duelo de volta da semifinal acontece na próxima quarta-feira (5), às 16h, também no Independência. Os jogos, disputados com portões fechados, estão sendo realizados na capital por causa da pandemia e também pelo fato dos estádios da capital já estarem homologados para o uso do VAR. Lateral direito da Caldense, Filipe Sousa lamentou a falta de agressividade do time e acredita que o time pode inverter a vantagem do Tombense. A Caldense precisa de uma vitória por dois ou mais gols de diferença pra chegar à decisão mineira. “Faltou agressividade, principalmente no primeiro tempo. Ficamos atrás, não estamos acostumados a jogar assim. Somos uma equipe rápida, é acostumada a pegar um pouco mais na frente. No segundo tempo, conseguimos sair um pouco mais, mas ainda está faltando criar um pouquinho. Não conseguimos ser felizes na última bola, no último passe. Agora é corrigir, descansar e ver o que o treinador tem para passar para a gente para o próximo jogo”, disse Filipe, também em entrevista ao canal SporTV.

 

Fonte: O Tempo