‘Má gestão é diferente de má fé’, diz presidente do Cruzeiro sobre anos Gilvan

Em artigo publicado no Linkedin, o presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, explicou porque não achava necessário auditar as contas da gestão do ex-presidente Gilvan de Pinho Tavares, que comandou o clube entre 2012 e 2017. Para o atual mandatário, existe uma diferença entre má gestão e má fé, se referindo à administração de Wagner Pires de Sá, que é investigada pela Polícia Civil e Ministério Público. “Decisões infelizes acontecem a todo momento no mundo corporativo. No entanto, indícios de irregularidades no período (da gestão Gilvan) nunca foram detectados. Se algum dia esses indícios aparecerem, têm que ser investigados à fundo também. Após as gestões do Gilvan, sim, veio uma diretoria que agiu, no mínimo, de má fé”, ponderou o dirigente. Gilvan conquistou dois Campeonatos Brasileiro (2013 e 2014) e a Copa do Brasil de 2017. Sérgio Rodrigues, de toda forma, não deixou de criticar a administração do antigo presidente. “Tanto que, em 2017, quando me candidatei à presidência do clube pela primeira vez, sempre questionei os motivos que tanto elevaram essas dívidas. Vejo que, simplesmente, o Cruzeiro daquela época seguiu uma regra ruim do futebol brasileiro, uma tendência da qual nós vamos fugir com muito trabalho e dedicação”, escreveu. Para ler o artigo completo do presidente, clique aqui. Sérgio Rodrigues deve usar o Linkedin mais vezes para falar sobre negócios e gestão do clube e do futebol, seguindo o propósito dessa rede, voltada para o ambiente corporativo.

 

Fonte: O Tempo