Galo quase dobrou o número de sócios-torcedores durante a pandemia

O Atlético teve um aumento considerável no número de sócios-torcedores durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo o presidente Sérgio Sette Câmara, o clube tinha cerca de 20 mil antes da parada dos jogos, em março, mas agora já se aproxima de 43 mil associados ao programa de sócio-torcedor. “Estamos na casa dos 43 mil sócios. Antes da pandemia, eram 20 mil sócios. O incremento de 23 mil e acredito que vai crescer mais ainda com a volta dos jogos. Com a pandemia, o sócio faz isso por  paixão e amor ao clube porque não tem desfrutado de ir ao jogo”, comentou o presidente do Galo na reunião em que as contas de 2019 foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo. O Super.FC fez contato com o Atlético para saber os números exatos do programa de sócio-torcedor antes e durante a pandemia. De acordo com o Galo, “em março, antes de lançarmos o novo GNV (em 10/03/20), tínhamos cerca de 17 mil sócios ativos. Quando estourou a questão da pandemia, já pro final de março, estávamos com pouco mais de 24 mil”, informou o clube. Sette Câmara falou sobre a questão do programa de sócio-torcedor na reunião de apreciação do balanço porque o clube teve uma baixa no número de associados em 2019. O presidente do Galo associou essa queda aos jogos no Independência. “Sobre o Galo na Veia, realmente tivemos uma baixa no ano passado, fruto de um equívoco, e isso é uma opinião pessoal, de permanecer jogando no Independência. Isso, de certo modo, apequenou a nossa torcida e reduziu o interesse dos torcedores na aquisição do Galo na Veia”, disse Sette Câmara. “Se você tem pouco mais de 20 mil lugares no estádio, não vai conseguir aumentar muito mais do que isso o número de sócios. Voltamos para o Mineirão e fizemos algumas promoções mesmo na pandemia”, completou. O Atlético retomou seus jogos no Mineirão. Já durante a pandemia, o clube fechou um acordo para mandar dez jogos como mandante no Gigante da Pampulha, o que começou com a partida contra o Patrocinense na semana passada.

 

Fonte: O Tempo