Cruzeiro tem caminho aberto por Daniel Guedes após liberação em julgamento

O lateral-direito Daniel Guedes, que interessa ao Cruzeiro, foi julgado nesta quinta-feira (16) após ser pego em exame antidoping e está apto a retomar suas atividades. A pena foi de oito meses, mas a partir de setembro de 2019, quando iniciou sua suspensão preventiva. Com isso, o jogador foi liberado pelo Tribunal de Justiça Desportiva – Antidopagem (TJD-AD).  O lateral de 26 anos foi flagrado no exame antidoping em maio do ano passado, com positivo para a substância higenamina. Ele foi suspenso pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) e chegou a pedir contraprova, mas o segundo exame testou mais uma vez a substância. Daniel pegou uma pena considerada leve porque ele ingeriu 11 mg da higenamina, sendo que o máximo permitido era de 10 mg. De acordo com a defesa do jogador, a ingestão dessa substância foi por meio de um suco de graviola que ele tomou em Maceió, antes do jogo contra o CSA, em 27 de maio, ocasião em que foi flagrado com o uso da higenamina. Ele estava com o Goiás.  Daniel pertence aos Santos, mas está emprestado ao Goiás. Sem jogar desde o dia 22 de setembro de 2019, ele tem a questão física e o ritmo como pontos a ser colocados na mesa pelo departamento de futebol do Cruzeiro. No entanto, uma negociação concreta com a Raposa estava condicionada, principalmente, ao julgamento do atleta. Livre, Daniel Guedes tem caminho aberto para as investidas da Raposa.  O Cruzeiro já contratou o lateral Raul Cáceres, mas ainda estuda outra opção para a lateral direita. O clube vinha  monitorando a situação de Guedes e mantendo conversas informais com o staff de Daniel, que também tem interesse de defender a camisa celeste. Daniel Guedes passou pelas categorias de base do São Paulo, mas teve sua ascensão ao profissional no Santos, em 2014. O lateral, que também pode atuar pela meia direita, permaneceu no clube santista até 2019, quando foi emprestado ao Goiás. No ano passado, foram 17 jogos oficiais realizados pelo Esmeraldino.

 

Fonte: O Tempo