Com ‘finais’ até o fim da temporada, Régis projeta Cruzeiro lapidado em retomada

Primeiro reforço do Cruzeiro após a chegada do técnico Enderson Moreira, o meia Régis confia que o clube chegará bem preparado para a retomada do Campeonato Mineiro, marcada para o dia 26 de julho, quando o time celeste recebe a URT, em casa. O jogador admite que o elenco ainda está em um processo de conheciimento das características de cada atleta, mas ressaltou que o longo período de treinamento vem afiando esse ‘liga’. “O ambiente é muito bom. A gente fica contente de ver todo mundo feliz, trabalhando feliz, um ambiente leve. Professor tem feito grandes treinamentos, deixando a gente preparado ao máximo para quando for executar, a gente já saber o que precisa ser feito. Apesar de termos um processo longo de treinamento, a gente está em processo de conhecimento de atletas, para saber a característica de cada um. Mas tenho certeza que com a volta do Mineiro, nós estaremos bem lapidados para fazer grandes jogos”, disse o jogador, em entrevista ao canal oficial do clube.  E o Cruzeiro vai precisar estar bem afiado. Afinal de contas, o time precisa retomar o torneio buscando vitórias para assegurar a classificação à fase decisiva do Mineiro. O time hoje é o quinto colocado, com 14 pontos, três a menos que a Caldense, quarta colocada, e que será a adversária do Cruzeiro no último jogo da primeira fase  do Estadual.  “Todos os jogos deste ano serão jogos de finais. Então a gente já volta sabendo da nossa responsabilidade, que é vencer, independentemente de qualquer coisa, para que consigamos classificar e ir em busca do título”, salientou o jogador.  Existe uma grande expectativa sobre o Cruzeiro de Enderson Moreira. Mas a volta do futebol coloca um outro desafio para os atletas: a parte física.  “Estamos bem preparados, temos trabalhado muito, o professor tem exigido bastante de nós para estarmos, o quanto antes, aptos a atuar os 90 minutos. Espero que quando voltar, a gente esteja bem preparado. Se fosse para voltar amanhã, tenho certeza que a gente não ia fazer feio”, concluiu Régis.

 

Fonte: O Tempo