Categorias de base do América iniciam trabalhos remotos

Nesta segunda-feira (13), as categorias Sub-20, Sub-17, Sub-15 e Sub-14, do América, iniciam uma preparação física e tática em regime remoto. Os atletas da base americana trabalharão em suas próprias casas, sob supervisão e orientações das respectivas comissões técnicas. O time Sub-20 do Coelho terá seis encontros virtuais por semana, sendo quatro deles com foco em preparação física e dois com desenvolvimento de conceitos táticos. O Sub-17 terá cinco encontros semanais, com quatro focados na preparação física e um na parte tática. As categorias Sub-15 e Sub-14 terão três encontros por semana, sendo dois para preparação física e um para trabalho tático. Nos demais dias, as comissões técnicas desenvolverão outras atividades junto à Diretoria de Base para avaliações e planejamento de novos trabalhos. Fred Cascardo, Diretor de Futebol de Base do América, contou o que foi planejado nas reuniões virtuais com cada categoria. O dirigente também explicou a programação específica de trabalhos para este primeiro momento em regime remoto. “Fizemos um trabalho de planejamento com cada categoria. Alguns encontros virtuais serão ministrados pelos profissionais de preparação física e outros pelo treinador e auxiliar técnico. Serão desenvolvidas diversas atividades em plataformas audiovisuais com os atletas, além do envio de conteúdos em vídeo para exemplificar os conceitos que serão aplicados na categoria”, afirmou. Trabalho Social Algo importante desenvolvido, antes mesmo da retomada dos trabalhos com as equipes de base, foi a integração e aproximação do Clube com as famílias dos jovens atletas. Com a realização de reuniões e colaboração da assistência social e pedagógica do América, os pais dos jogadores receberam aconselhamentos e trocaram experiências com os profissionais do Clube. Em contato com a equipe do Super FC, a assistente social Heloísa Verçosa revelou a difícil realidade vivida pelas famílias, neste período de crise. Algumas relataram insegurança, ansiedade e até depressão.

 

Fonte: O Tempo